tirando as teias desse blog, até mesmo porque odeio aranha. ontem ganhei uma caneta de meu pai, com meu nome gravado nela: "Mayara C. Silva", é então que a memória entra em ação nesse espetacular minúsculo pensamento e a infância vem à tona.
de uma natureza perfeccionista, escrevia sempre a lápis, o medo de errar me assombrava, e a borracha me dava a oportunidade de apagar tudo, a borracha apagava o meu medo, apagava o meu erro.
só que (sempre tem o "só que", leia-se: porém, entretanto, contudo..) na vida, a real, o lápis não nos é permitido usar, a caneta, da cor que quiser, ligada a qualquer atitude, decisão ou caminho.
tenho uma dessa ainda com meu nome, e todos erros estão lá, pra quem quiser ler, exceto aqueles cujo meu Pai passou o corretivo vermelho, escarlate, vivo.
lindo!
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